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johnny63's Blog

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CVP Matosinhos

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Recent Posts by johnny63:

Croix Rouge

August 28, 2008 by johnny63

Simulacro Cruz Roja Benidorm - Abril 2008

August 28, 2008 by johnny63

American Red Cross

August 28, 2008 by johnny63

Cruz Vermelha reforça apoio aos mais carenciados

August 27, 2008 by johnny63

ZULAY COSTA

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) pretende abrir , em Vagos, um gabinete para apoiar, a nível social e de saúde, os mais desfavorecidos.

O presidente da delegação de Aveiro, que recebeu, ontem, do "Modelo" de Vagos, diverso equipamento técnico, adquirido através da campanha de combate à exclusão social e isolamento dos mais idosos "Causa Maior", diz que só está à espera que "a câmara arranje um espaço". Segundo Mário Silva, a CVP apoia, actualmente, 15 famílias vaguenses, um número que espera vir a "aumentar" quando estiverem "mais próximos".

Albina Rocha, vereadora da Acção Social, confirmou os esforços da Câmara para "encontrar um local" adequado. "No mundo global em que vivemos, cada vez mais, só têm lugar os bons, esbeltos e perfeitos", daí a importância de criar "redes sociais que apoiem os que não correspondem a esse ideal e são votados ao abandono", disse. Ontem, o hipermercado entregou seis cadeiras de rodas, cinco camas articuladas e três cadeiras de duche, além de andarilhos, canadianas e outro material destinado a seniores, no valor global de 3500 euros.

O material foi entregue à CVP que, em seguida, o distribuiu pelos idosos mais necessitados do concelho.

O filho de Octávia da Conceição, uma idosa, residente em Santo André, que sofre de Alzheimer, levou para casa uma cama articulada, avaliada em 258 euros. "Nós não poderíamos comprar a cama e a minha mãe precisa mesmo", referiu, agradecido, Artur Jorge.

in JN, 27/08/08

Pequim2008: Usain Bolt doou 50.000 dólares à Cruz Vermelha Chinesa

August 23, 2008 by johnny63

Pequim, 23 Ago (Lusa) - O velocista jamaicano Usain Bolt, tricampeão olímpico em Pequim2008, doou hoje 50.000 dólares (cerca de 34.000 euros) à Cruz Vermelha Chinesa, com destino às vítimas do terramoto de Sichuan, que causou 90.000 mortos.

Usain Bolt, que acudiu ao acto na companhia da sua mãe e da sua mulher, saudou um menino e uma menina de 10 anos, ambas vítimas do terramoto (sofreram a amputação de uma perna), aos quais entregou duas bolas de futebol e camisolas por si autografadas.

"Os adeptos chineses contribuíram para as minhas vitórias", disse Bolt, agradecendo o apoio de que foi alvo no Estádio Nacional de Pequim, o "ninho de pássaro", palco dos 9,69 segundos nos 100 metros, 19,30 nos 200 e 37,10 nos 4x100, com Carter, Frater e Powell.

Na ocasião, o velocista convidou ainda seis crianças chinesas para visitarem a Jamaica, a pretexto da apresentação de uma provas de velocidade que vão decorrer na praia.

Bolt é a grande figura dos Jogos Olímpicos Pequim2008, face aos três títulos com outros tantos sensacionais recordes mundiais, a par do nadador norte-americano Michael Phelps, que arrebatou oito medalhas de ouro, batendo o recorde de Mark Spitz (Munique1972).

PFO.

Lusa/Fim.

Foi há 144 anos que nasceu a Cruz Vermelha Internacional (22 Agosto de 1864)

August 22, 2008 by johnny63

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha, universalmente conhecido apenas como Cruz Vermelha, é uma entidade internacional sem fins lucrativos, com sede em Genebra (Suíça), que visa a defender e amparar as vítimas de guerras e catástrofes naturais. Algumas das prioridades da Cruz Vermelha são a assistência a prisioneiros de guerra, o restabelecimento de contato com os seus familiares e a busca por desaparecidos.

A organização foi fundada por iniciativa de Jean Henri Dunant, em 1863, sob o nome de Comitê Internacional para ajuda aos militares feridos, designação alterada, a partir de 1876, para Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

A assistência aos prisioneiros de guerra teve grande avanço a partir de 1864 quando foi realizada a Convenção de Genebra, para a melhoria das condições de amparo aos feridos, e em 1899 quando foi realizada a Convenção de Haia, que disciplinava as "normas" de guerra terrestre e marítima.

Em uma concepção moderna, a Cruz Vermelha não tem se limitado apenas à proteção de prisioneiros militares, mas também a detidos civis em situações de guerra ou em nações que ainda violem sistematicamente os Estatutos dos Direitos Humanos. Preocupa-se ainda com a melhoria das condições de detenção, a garantia do suprimento e distribuição de alimentos para as vítimas civis de conflitos, a prover assistência médica e a melhorar as condições de saneamento especialmente em acampamentos de refugiados ou detidos.

Também tem atuado em assistência a vítimas de desastres naturais, como enchentes, terremotos, furacões, especialmente em nações com carência de recursos próprios para assistência às vítimas.

A Cruz Vermelha também atua com o princípio da neutralidade, não se envolvendo nas questões militares ou políticas como forma de ser digna da confiança de ambos os lados do conflito, podendo assim exercer suas atividades humanitárias livremente.

VMER

August 21, 2008 by johnny63

Portaria nº 771/96

August 21, 2008 by johnny63

Homologa a alteração do Regulamento Geral da Cruz Vermelha Portuguesa

Lei n.o 12/97

August 21, 2008 by johnny63

Regula a actividade de transporte de doentes de Bombeiros e CVP.

INEM forma técnicos mas não os contrata

August 21, 2008 by johnny63

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), organismo tutelado pelo Ministério da Saúde, investe na formação de técnicos de ambulância de emergência, mas na maioria dos casos acaba por não os contratar, desperdiçando recursos e perdendo o investimento profissional. Estima-se que 1500 técnicos não exerçam. Cada formação custa entre 500 a 1000 euros, o que totaliza cerca de 1,5 milhões de euros.

Os técnicos de ambulância de emergência (TAE) adquirem vastos conhecimentos na área do socorro, em cursos com duração de 210 horas. A esta formação soma-se o curso de formação de desfibrilhação automática externa, com a duração de, pelo menos, oito horas, essencial para salvar a vida de uma pessoa em situação de risco de vida.

Vários formandos de TAE acabam por desistir de esperar, durante meses, por uma contratação por parte do INEM, e acabam por procurar trabalho em empresas privadas de transporte de doentes ou em corporações de bombeiros, exibindo como qualificações o certificado de competências adquirido com a formação no INEM.

Esta situação é do conhecimento de Nelson Baptista, presidente da Associação Nacional de Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar. 'No País existem mais de três mil pessoas com formação mas apenas metade exerce, o que revela como se está a desperdiçar recursos'.

Questionado pelo CM, o INEM recusou prestar quaisquer esclarecimentos.

FORMANDOS ESTÃO EM DESESPERO

Vários formandos ouvidos pelo CM garantem que 'serão cerca de cem as pessoas que, desde o início do ano, receberam formação nos vários cursos do INEM para técnicos de ambulância de emergência (TAE), mas que, em muitos casos, desistem de esperar por um contrato e vão procurar trabalho noutra empresa'.

Apesar de o anúncio que pede candidatos para a formação de TAE referir a 'criação de uma bolsa de recursos humanos especializados para eventual contratação', alguns formandos ouvidos pelo CM garantem que lhes foram criadas não só expectativas como também foram dadas 'garantias verbais de contratação por formadores e dirigentes do INEM'.

'O INEM está a abrir concursos para ter pessoas em reserva, quando tem muitas pessoas já formadas e não abre concursos para vaga', queixa-se um formando.

SOCORRO PRÉ-HOSPITAL DESCOORDENADO

A formação de técnicos de ambulância de emergência e a aquisição de novas ambulâncias e helicópteros para o socorro das populações são medidas que surgem na sequência da reforma na Saúde, com a requalificação das Urgências. OMinistério da Saúde decidiu reforçar a assistência pré-hospitalar com estes meios técnicos e humanos, especialmente vocacionados para as localidades que perderam as Urgências hospitalares, além das populações que viram ser encerrados os serviços de atendimento permanente no período nocturno. Nelson Baptista, da Associação Nacional de Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, acusa a 'descoordenação do socorro'.

APONTAMENTOS

ASSISTÊNCIA VARIADA

Os TAE recebem formação para lidar com vítimas de intoxicação, de paragem cardiorrespiratória, de acidente vascular cerebral, com grávidas em trabalho de parto, e para assistir crianças, entre outras competências técnicas.

TRATAR OS SINTOMAS

Os técnicos não são médicos nem enfermeiros e não fazem diagnósticos. Tratam sinais e sintomas das vítimas até à entrada no hospital. Estão em comunicação permanente com o INEM, através do CODU.

in Correio da Manhã, 21 de Agosto de 2008

Mais de 30 mil portugueses foram envenenados em 2007

August 18, 2008 by johnny63

O número de pessoas intoxicadas tem vindo a aumentar em Portugal nos últimos anos. Em 2007, o Centro de Informações Antivenenos (CIAV) do INEM ultrapassou pela primeira vez as 30 mil chamadas (30 070). São casos de pessoas que sofreram as mais diversas intoxicações, o que dá uma média de 82 chamadas por dia. Destas, 10 673 foram referentes a crianças até aos 15 anos. A dimensão do problema preocupa os responsáveis do CIAV, que em breve vão lançar uma campanha de alerta. A coordenadora, Fátima Rato, diz ao CM ser urgente chamar a atenção para a facilidade e gravidade com que este tipo de incidentes ocorre: "É preciso alertar os pais para os riscos de ter medicamentos, detergentes ou produtos tóxicos ao alcance das crianças, porque estas levam-nos à boca num fechar de olhos." Em 2007, um total de 10 673 crianças sofreram intoxicações, enquanto no ano anterior (2006) o número não tinha ultrapassado as 9161, ou seja, menos 1512 casos. Já com os adultos, o CIAV recebeu em 2006 um total de 27 620 apelos, menos 2450 do que em 2007. A maioria das intoxicações ocorre com medicamentos (6087 casos com crianças e 8186 com adultos, em 2007). "A mãe deixa os comprimidos na mesa-de-cabeceira e as crianças imitam, levam-nos à boca", diz Teresa Rato. Seguem-se as intoxicações com produtos de limpeza e detergentes, com cosméticos, pesticidas, produtos escolares e brinquedos.

5221 Casos de envenenamento internacionais

Um número preocupante de adultos (4883) e de crianças (338) tomou de forma voluntária e intencional, em 2007, medicamentos, produtos químicos ou tóxicos. Na véspera do dia em que o CM fez a reportagem no CIAV, os médicos que estão no serviço de atendimento (808 250 143) receberam um total de 91 chamadas. Numa das tentativas de suicídio, alguém ingeriu 58 comprimidos; noutro caso, uma mãe ficou alarmada pela intoxicação alcoólica da filha de 14 anos. Existem ainda muitos casos com pesticidas e outros químicos. A maioria das intoxicações acidentais ocorre em crianças entre os um e os quatro anos, em especial com os rapazes (3749), mas também com raparigas dessa faixa etária (3253). A partir dessas idades, passa a haver mais intoxicações com raparigas, entre os dez e os 15 anos (448 casos) do que com rapazes (291 casos).

Embalagens perigosas

Os produtos domésticos podem revelar-se verdadeiros perigos em casa, para adultos e crianças. Um problema muito frequente ocorre com a ingestão acidental de detergentes manuais e para as máquinas de lavar, lixívias, cáusticos e ambientadores. Estas situações acontecem amiúde devido aos transvases. A coordenadora do Centro de Informação Antivenenos, Fátima Rato, explica que "os produtos são comprados em embalagens grandes (cinco quilos ou litros) e depois são distribuídos em casa por embalagens pequenas, sendo esquecida a identificação do produto com um rótulo. Sem querer, são engolidos, confundidos muitas vezes com água ou com sumos".
O número do CIAV, 808 250 143, funciona 24 horas por dia, sete dias na semana. Existe há 26 anos.

Protecção Civil dos Açores promove Master Trainning em Suporte Básico de Vida

August 18, 2008 by johnny63

Ver Tópico Formação

Protecção Civil dos Açores promove Master Trainning em Suporte Básico de Vida

August 18, 2008 by johnny63

Curso promovido pela Protecção Civil e Bombeiros dos Açores

O Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) promove, a 04 de 0utubro, um “Master Trainning” em Suporte Básico de Vida.

Este curso tem o objectivo de ensinar procedimentos de emergência em caso de paragem cardio-respiratória.

A iniciativa é dirigida a profissionais da área da saúde à população em geral.

A iniciativa traduz uma recomendação da Protecção Civil açoriana no sentido de generalizar esse tipo de treino de formação e sensibilização a todos os cidadãos.

O Master Training em Suporte Básico de Vida conta com a presença de oitenta formandos, tendo sido convidadas a inscrever-se diversas instituições, entre as quais agentes de protecção civil da PSP, GNR, Cruz Vermelha, Exército, Marinha, Força Aérea Portuguesa, câmaras municipais, escuteiros, bem como escolas, autoridades marítimas e aeronáuticas através das diversas dependências da Direcção Regional dos Transportes Aéreos e Marítimos.

As inscrições, para número limitado de vagas, são gratuitas e decorrem até 15 de Setembro.

Os interessados devem inscrever-se através do fax: 295 401 464.

Águeda: Delegação local da Cruz Vermelha apoia mais de 600 desfavorecidos

August 18, 2008 by johnny63

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) é uma instituição feita por voluntários, sem fins lucrativos. Responde às necessidades dos excluídos da sociedade e, mais do que isso, procura integrá-los psicológica, social e profissionalmente.

Nestes tempos de crise, com o exército de excluídos a aumentar todos os dias (e hoje já são, neste concelho, mais de 600, aqueles a quem a CVP apoia), toda a solidariedade é pouca, para que esta instituição possa cumprir a sua nobre missão.
César Marques, presidente da direcção, está confiante. “Temos sempre vindo a aumentar a nossa resposta social e estrutura física”, explicou. “Somos uma pequena empresa, a ser gerida ao cêntimo, porque os nossos recursos são escassos”. Mas há boas noticias: “Vem aí mais uma ambulância”.
SOBERANIA DO POVO (SP): Como define a delegação de Águeda da CVP?
César Marques (CM): A Cruz Vermelha é uma instituição feita por voluntários, sem fins lucrativos, mas com muitos projectos, com acordos com a Segurança Social, para melhor combatermos os fenómenos de exclusão social. A CVP de Águeda, desde há cerca de 10 anos que tem vindo progressivamente a aumentar a sua resposta social e estrutura fisica. Pela sua polivalência, foi possível criar já duas áreas, a emergência de socorro e a emergência social. Ultimamente, desenvolvemos, também, a Área Cultural, tendo criado um Coro Misto com 45 coralistas.
SP: Que estrutura humana têm ao vosso dispôr?
CM: Contamos com 38 assalariados e 45 socorristas e voluntários de apoio geral. Já somos uma pequena empresa, que tem que ser gerida ao cêntimo, porque os recursos financeiros disponíveis são muito escassos.
SP: Com que recursos financeiros contam?
CM: Os fundos decorrem de acordos existentes com a Segurança Social, do Programa Operacional de Formação e Desenvolvimento Social (POFDS) e do serviço de ambulância que temos,

OITO VIATURAS

SP: De quantas ambulâncias dispõem?
CM: Para apoiar este serviço de ambulâncias, que é o principal rendimento da delegação de Águeda, temos um grupo de voluntários e oito viaturas de socorro e transporte de doentes. Antes do final do ano, iremos ter mais uma ambuância para o transporte de doentes. Também assinámos um protocolo com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), em 2005, passando a ter um Posto de Reserva em emergência pré-hospitalar.
SP: Que acções desenvolvem na preparação operacional de novos quadros nessa área?
CM: Temos cursos de Primeiros Socorros, com formador credenciado. São cursos muito procurados pelas empresas e pela população em geral. Esses cursos têm uma carga horária de 24 horas, que se distribuem por seis dias, durante a semana. No final, é feita uma avaliação e os formadores são credenciados com diploma e crachá.
SP: E existe limite de inscrição para cada curso?
CM: Os cursos funcionam com um mínimo de 10 candidatos e com um máximo de 12. As inscrições ainda estão abertas para um curso que se irá realizar brevemente. Neste momento, porém, decorre um Curso de Preparação Básica para Tripulantes de Ambulân-cia, que vai ter uma duração de 90 dias.
SP: Mas o vosso grande desígnio é a área social. Como define a vossa acção nessa área?
CM: Temos um serviço social de que muito nos orgulhamos, pelo serviço que vem prestando à comunidade. Um serviço que se desdobra em várias respostas sociais...
SP: Como, por exemplo?...
CM: Temos um Centro Comunitário, que inclui o apoio de 16 técnicos, que dá resposta a todos os que careçam de apoio, um Centro de Alojamento Temporário para Passantes e Sem Abrigo e temos, também, um Protocolo de Rendimento Social de Inserção, com uma equipa técnica que tem por objectivo acompanhar os beneficiários com programas específicos de integração. E não nos podemos esquecer do Projecto “Asas Pró Futuro”, que tem como objectivo apoiar as minorias.
SP: A Câmara tem apoiado?
CM: Esse é o problema. Segundo o regulamento da autarquia, só é beneficiado quem comprove o investimento feito, mas é dificil avaliar o nosso investimento, devido à impossibilidade de o quantificar nos moldes e nos modelos préviamente definidos e que não são conformes à nossa realidade.
SP: Quantas pessoas apoiam?
CM: Mais de 600!

in Soberania do Povo, 13 de Agosto de 2008

Cruz Vermelha e Crescente Vermelho

August 15, 2008 by johnny63

Comunicações de Emergência

August 15, 2008 by johnny63

U.S. Abrantes

August 15, 2008 by johnny63

Ambulância CVP Matosinhos

August 15, 2008 by johnny63

ANPC

August 15, 2008 by johnny63

Diário da República 1ª Série - N. 151 - 7 de Agosto de 2007

August 14, 2008 by johnny63

Decreto Lei sobre o âmbito e estatutos da cruz Vermelha Portuguesa

Legislação portuguesa de protecção ao emblema

August 14, 2008 by johnny63

No Direito português, o uso abusivo do emblema está regula-mentando no Decreto - Lei 16/95 de 24 de Janeiro, publicado em Diário da República. As matérias relativas aos fundamentos de recusa e ao uso de marcas ilícitas estão consagradas nos artigos 189º e 269º, respectivamente.

Artigo 189º - Outros fundamentos de recusa

1 - Será ainda recusado o registo das marcas que contrariem o disposto nos artigos 165º, 168º e 183º ou que, em todos ou alguns dos seus elementos, contenham:

a) Bandeiras, armas, escudos e demais emblemas do Estado, municípios ou outras entidades públicas, nacionais ou estrangeiras, sem autorização competente;

b) Distintivos, selos e sinetes oficiais, de fiscalização e garantia, quanto a marcas destinadas a produtos ou serviços idênticos ou semelhantes àqueles em que os mesmos têm que ser aplicados, salvo autorização;

c) Brasões ou insígnias heráldicas, medalhas, condecorações, apelidos, títulos e distinções honoríficas a que o requerente não tenha direito, ou, quando o tenha, se daí resultar o desrespeito e o desprestígio de semelhante sinal;

d) O emblema ou denominação da Cruz Vermelha ou de orga-nismos a que o governo tenha concedido direito exclusivo ao seu uso, salvo autorização especial;

e) Medalhas de fantasia ou desenhos susceptíveis de confusão com as condecorações oficiais ou com as medalhas e recompensas concedidas em concursos e exposições oficiais;

f) A firma, denominação social, nome ou insígnia de estabe-lecimento que não pertença ao requerente do registo da marca, ou que o mesmo não esteja autorizado a usar, ou apenas parte característica dos mesmos, se for susceptível de induzir o consumidor em erro ou confusão;

g) Nomes individuais ou retratos sem obter permissão das pessoas a quem respeitem e, sendo já falecidos, dos seus herdeiros ou parentes até ao 4º grau.

h) Sinais que constituam infracção de direitos de autor ou de propriedade industrial;

i) Sinais de elevado valor simbólico, nomeadamente símbolos religiosos, salvo autorização;

j) Expressões ou figuras contrárias à moral ou ofensivas da legislação nacional ou comunitária ou da ordem pública;

l) Sinais que sejam susceptíveis de induzir em erro o público, nomeadamente sobre a natureza, qualidades, utilidade ou proveniência geográfica do produto ou serviço a que a marca se destina;

m) Reprodução ou imitação no todo ou em parte de marca anteriormente registada, que não induza o público em erro sobre a qualidade do produto ou serviço similar ou semelhante, que possa induzir em erro ou confusão o consumidor.

2 - Para a concessão de registo de marca confundível com outra anteriormente registada, que não induza o público em erro sobre a qualidade do produto ou serviço, é exigível autorização do titular desse registo e do possuidor de licença exclusiva, se a houver, e o contrato não dispuser de forma diferente.

Artigo 269º - Uso de marcas ilícitas

Quem, com intenção de causar prejuízo a outrem ou de alcançar para si ou para terceiros um benefício legítimo:

a) Infringir o disposto no artigo 189º, usando indevidamente nas suas marcas qualquer dos sinais indicados nas alíneas a) e g) do mesmo artigo;

b) Usar marcas com expressões ou figuras contrárias à lei e à ordem pública ou ofensivas dos bons costumes;

c) Usar marcas com falsas indicações sobre a proveniência ou a natureza dos produtos;

d) Vender ou puser à venda produtos ou artigos com as mar-cas proibidas pelos números anteriores;

Será punido com a coima de 3.000€ a 30.000€, caso se trate de pessoa colectiva, e de 250€ a 2.500€, caso se trate de pessoa singular.

Relatório Mundial sobre Desastres 2008 da Federação Internacional foca o problema do HIV/SIDA

August 14, 2008 by johnny63

Segundo este Relatório apresentado pela Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho no passado mês de Junho, é fundamental que as organizações humanitárias desenvolvam mais e melhores programas não só de prevenção, tratamento e assistência relacionados com o HIV, mas também de combate ao estigma e discriminação associados ao vírus.
De acordo com os dados ONUSIDA, quase 7 mil pessoas por dia contraem o HIV. Desde 1981, mais de 25 milhões de pessoas morreram de SIDA e, actualmente, 33 milhões vivem com HIV.
A epidemia do SIDA é um desastre por muito motivos. Nos países mais afectados da África sub-sahariana, onde a taxa de incidência ascende a 20%, o desenvolvimento é seriamente prejudicado e a esperança de vida pode reduzir-se a metade.
No caso de determinados grupos marginalizados – como consumidores de drogas por via intravenosa, trabalhadores da indústria do sexo ou homens que mantêm relações sexuais com outros homens – no mundo inteiro, as taxas de HIV estão a aumentar. Mesmo assim, estes têm muitas vezes de enfrentar o estigma, a penalização e pouco ou nenhum acesso aos serviços de prevenção e tratamento do HIV.
Tal como se explica neste Relatório, o HIV é um desafio para as organizações humanitárias cuja missão consiste em melhorar a vida das pessoas mais vulneráveis e apoiá-las, reforçando as suas capacidades e resistência.
Os desastres, sejam naturais ou causados pelo homem, exacerbam outras forças motrizes desta epidemia e também podem aumentar a vulnerabilidade à infecção.

Publicação anual desde 1993, o Relatório Mundial sobre Desastres junta informação sobre as últimas acções, análises e tendências das crises contemporâneas, sejam repentinas ou crónicas, naturais ou provocadas pelo ser humano.

in http://www.cruzvermelha.pt

Saber fazer e ser

August 14, 2008 by johnny63

Espreitem o blog sobre saúde, emergência e enfermagem www.saberfazereser.blogspot.com

Saber fazer e ser porque a vida é um direito - Vídeo INEM

August 14, 2008 by johnny63

Esta é a minha dedicatória aos meus colegas do INEM (vídeo feito por mim em 2007)

Our work is our live

August 14, 2008 by johnny63

Vídeo sobre a Cruz Vermelha Portuguesa